Este blog tem o objetivo de pregar o verdadeiro evangelho, através da divulgação de material selecionado da internet, de verdadeiros servos do Senhor, homens dos quais o mundo não era digno, muitos dos quais infelizmente foram esquecidos na Igreja atual, que tem sofrido com o ensino de um evangelho humanista. São mensagens consistentes, alimento sólido, que nos guiam para uma vida de profunda comunhão com Deus e nos ensinam a focar na única razão da nossa existência: Jesus Cristo. Também tem o objetivo de divulgar as diversas formas de perseguição das quais os cristãos têm sido vítimas em todo o mundo.
Sola gratia, sola fide, solus Christus, sola scriptura, soli Deo Gloria.

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24 de jan de 2016

Aspectos da Igreja Brasileira - Jonas Ayres

É de grande valia viajar no passado no do campo da espiritualidade dos aspectos da Igreja Brasileira. Pois, se queremos saber para onde este bonde vai, precisamos saber de onde ele veio. O que ficou patente é que a espiritualidade de nossa nação é uma religião sincrética que misturou deste do período Colonial Brasileiro, o Animismo Indígena, o Catolicismo Ibérico e Religiões Africanas (dos escravos).

Este mix sincrético deu em um coquetel mágico sincrético, saboroso para todos aqueles que não têm compromisso com o Evangelho genuíno de Jesus. A chegada do Protestantismo no Brasil, não conseguiu mudar a realidade do paladar espiritual da nação, haja vista, estarem todos “viciados” neste “coquetel mágico sincrético” e também devido a sanções dos governos em alguns momentos.

7 de jan de 2016

Plano de Leitura Bíblica Anual

O ano já começou mas ainda dá tempo! O site Voltemos ao Evangelho está compartilhando 3 excelentes planos de leitura bíblica! Particularmente gostei do segundo, com espaçamento de dias (dá pra tirar aquele atraso do dia que você não leu...). Clique aqui!
 

7 de dez de 2015

9 marcas de uma igreja doente - Kevin DeYoung

Graças ao Mark Dever, muitos de nós passamos a conhecer bem as Nove Marcas de uma
Igreja Saudável. Embora elas nunca tenham tido a pretensão de ser a última palavra em tudo o que uma igreja deva ser ou fazer, as nove marcas têm sido úteis para lembrar os cristãos (e pastores em especial) de elementos necessários que sempre esquecemos em uma era concentrada no estilo.

Em certo sentido, as nove marcas de uma igreja doente poderiam ser simplesmente o oposto de tudo aquilo que compõe uma igreja saudável, de maneira que uma igreja doente ignora a membresia, a disciplina, a pregação expositiva e todo o resto. Mas os sinais de doença na igreja nem sempre são tão óbvios. É possível que a sua igreja ensine e entenda todas as coisas certas e, ainda assim, seja um lugar terrivelmente doente. Sem dúvida há dezenas de indicadores que uma igreja se tornou disfuncional e enferma, mas limitemo-nos à nove.

Aqui vão nove marcas de que a sua igreja — mesmo uma que creia na Bíblia, pregue o evangelho e abrace uma boa eclesiologia — possa estar doente.

30 de nov de 2015

Abraham Kuyper e a Transformação Social - Rev. Heber Campos Jr.

Se você se interessa pela relação entre cristianismo/cultura/sociedade, este é um excelente vídeo para se conhecer o grande pensador cristão Abraham Kuyper!

2 de nov de 2015

Cinco visões sobre apologética - Steven B. Cowan

O livro Five Views on Apologetics [Cinco Visões sobre Apologética], editado por Steven B.
Cowan, leva o leitor a comparar e contrastar formas diferentes de “fazer” apologética:
"O objetivo da apologética é responder persuasivamente objeções honestas que mantém as pessoas longe da fé em Jesus Cristo. O livro Five Views on Apologetics examina o “como fazer” da apologética, colocando cinco visões importantes sob o microscópio: clássica, evidencial, pressuposicional, epistemologia reformada e caso cumulativo. Oferecendo um fórum para apresentação, crítica e defesa, este livro permite que os contribuintes interajam com os pontos de vista diferentes." 4 ª capa, Five Views on Apologetics
O que segue é um excerto da introdução do livro:

26 de out de 2015

Livro: A morte da razão: Uma resposta aos neoateus - Ravi Zacharias

Este livro foi escrito por Ravi Zacharias, um dos mais respeitados apologistas cristãos da atualidade, e é uma resposta ao livro ateísta "Carta a uma nação cristã". Aqui, Zacharias mostra as contradições e falácias utilizadas na "Carta" - e também por muitos ateus - para atacarem o Cristianismo. Mas não espere por um longo tratado de apologética. O livro é bem curto e se atém aos temas tratados na "Carta", mas nem por isso dispensável, pelo contrario! O que achei mais interessante foi o estilo do Ravi Zacharias de nunca desprezar o lado emocional ao lidar com as questões, inclusive porque na "Carta" foram utilizados muitos argumentos morais. Muito bom!

Sinopse:  Deus é real ou é fruto da sua imaginação? Os cristãos têm debatido inutilmente com outras religiões em nome de um Deus inexistente? Quando Sam Harris atacou o cristianismo em Carta a uma nação cristã, os críticos chamaram o livro de “magnífico”, e uma geração de leitores — centenas de milhares — foi atraída por sua mensagem. Profundamente incomodado, o Dr. Ravi Zacharias, ex-ateu, sabia que tinha de responder. Em A morte da razão, Zacharias destaca a confiança na Bíblia aliada à fé no poder e na bondade de Deus. O autor refuta com determinação argumentos de que Deus nada mais é do que produto da imaginação e que os cristãos normalmente praticam intolerância e ódio no mundo todo. Quer você tenha lido Carta a uma nação cristã quer não, A morte da razão é a exposição da completa falência da visão ateísta de mundo. Se você não leu o livro de Harris, a resposta de Ravi continua sendo um conjunto de argumentos, poderoso, apaixonado e irrefutavelmente sólido a favor do pensamento cristão. A clareza e a esperança demonstradas nestas páginas alcançam os leitores que conhecem e seguem a Deus bem como os que o rejeitam. Na resposta imbatível e sustentadora de Ravi Zacharias, você aprenderá:
- A verdadeira natureza do mal
- A absoluta falência do novo ateísmo
- A coexistência da religião e da ciência
- A fundamentação da moralidade
Editora Vida

19 de out de 2015

O Deus Ausente - Augustus Nicodemus

E quando o sofrimento se torna tão terrível que parece que fomos abandonados por Deus? Este é o tema dessa pregação do Rev. Augustus Nicodemus.

12 de out de 2015

Deus usa os bostas! - Felipe Sabino

Perdão pelo título desse artigo, mas poderíamos negar essa afirmação? Deus usa os bostas, caro leitor!

Pensemos nos primórdios do cristianismo. Como se deu o seu avanço? Era um movimento obscuro, marginal, com ninguém ilustre em seu meio. É claro que havia Paulo, homem erudito e com uma cultura invejável. Mas, em sua maioria, os seguidores de Cristo eram pessoas humildes, iletrados, mas que foram poderosamente usados por Deus. O cristianismo tornou-se uma força dominante logo nos primeiros séculos de existência. A sua influência na cultura ocidental foi gigantesca, a despeito de hoje seus inimigos negarem tal coisa. O triunfo do cristianismo, tornando-se assim a maior religião do mundo, foi alcançado pela instrumentalidade de pessoas comuns.

8 de out de 2015

Como Restaurar o Fervor Espiritual - Hernandes Dias Lopes

Terceira e última mensagem do Hernandes Dias Lopes na Conferência Fiel.

28 de set de 2015

O uso e abuso da história da igreja - J. G. Vos

A história da Igreja Cristã, se corretamente considerada e usada, pode ser uma grande fonte de força, sabedoria e estabilidade para o cristão sério. Por outro lado, a história da Igreja, quando considerada erroneamente e usada de maneira equivocada, pode ser uma pedra de tropeço, uma ocasião de fraqueza e estagnação. Há três atitudes para com a história passada da Igreja que são erradas e que podem somente impedir a força verdadeira e o progresso no testemunho da Verdade. Essas três atitudes são: [1] Romantizando o passado; [2] Absolutizando o passado; e [3] Desdenhando o passado. Consideremos cada uma delas.

1. Romantizando o Passado

Romantizar o passado significa dar-lhe, em nosso pensamento, uma qualidade ideal ou perfeita que de fato ele não possui. Frequentemente isso envolve o anacronismo de ler o presente no passado, em vez de ver o passado e interpretá-lo como aquilo que ele realmente foi.